Uma comitiva de advogados do Estado do Pará protocolou hoje (12) representação no Conselho Federal da OAB contra o presidente nacional da entidade, Ophir Cavalcante.
Um grupo, liderado por Jarbas Vasconcelos, presidente eleito e afastado da OAB do Pará, acusa Ophir de corrupção e improbidade. Também foram apresentados pedidos de afastamento do vice-presidente Alberto de Paula Machado e da secretária adjunta Marcia Regina Machado Melare.
A representação também é assinada por Alberto Antônio de Albuquerque Campos, vice-presidente da OAB-PA, que está no exercício da presidência da Seccional paraense.
Uma das ações noticiadas no pedido de afastamento de Ophir Cavalcante, ele é acusado de receber, há mais de 13 anos, vencimentos mensais de, atualmente, R$ 20 mil, como procurador do Estado do Pará, sem prestar serviços ao ente estatal. Pelos cálculos levados ao Conselho Federal, o dano ao erário estadual atinge atualmente quase R$ 1,5 milhão.
Ophir também é acusado de atender particulares para advogar contra os interesses do Estádo do Pará. A conduta é tipificada como patrocínio infiel.
Contraponto
A assessoria da presidência do CF-OAB informou que Ophir participa normalmente da sessão ordinária do Conselho (é a última do ano) e que só após seu encerramento se manifestará sobre o assunto.
Veja como o Espaço Vital revelou os antecedentes do caso.
1. Intervenção na Seccional da OAB paraense.
2. Pagamento indevido de salários a Ophir Cavalcante.
Fonte: JusBrasil
Nenhum comentário:
Postar um comentário