Segundo especialistas uma das estratégias para esconder ou omitir os problemas de saúde do ditador Chaves é não perder o espaço e força política. já que os opositores podem aproveitar também desta oportunidade para realizar um golpe de estado.
Esse receio para mim parece ser bem óbvio e faz sentido. Quem "fere tem medo de ser ferido". "quem engana tem medo de ser engando", "quem rouba tem medo de ser roubado" Quem usa e abusa do poder receia ação idêntica contra-si. Coisas da vida. Estamos em um mundo de bate e volta. Tudo o que fazermos tem reflexo profundo para todos. Principalmente quando você é governante de um país.
Agora entendo a necessidade do ditador calar os críticos e a imprensa de modo geral. Monopolizando os meios de comunicação em massa em uma tentativa sórdida de evitar comentários das falhas do seu comando. Pois, líder fragilizado, poder ameaçado.
Esse receio para mim parece ser bem óbvio e faz sentido. Quem "fere tem medo de ser ferido". "quem engana tem medo de ser engando", "quem rouba tem medo de ser roubado" Quem usa e abusa do poder receia ação idêntica contra-si. Coisas da vida. Estamos em um mundo de bate e volta. Tudo o que fazermos tem reflexo profundo para todos. Principalmente quando você é governante de um país.
Agora entendo a necessidade do ditador calar os críticos e a imprensa de modo geral. Monopolizando os meios de comunicação em massa em uma tentativa sórdida de evitar comentários das falhas do seu comando. Pois, líder fragilizado, poder ameaçado.
As informações foram colhidas do site da Revista Veja desta semana. Segundo a matéria, a ausência do governante pode paralisar o estado - o que não ocorre no caso de países em um sistema democrático, que tem como característica as mudanças dos poderes políticos do estado.
"A doença de um governante lança qualquer país num período de incerteza. As consequências, contudo, são diferentes em democracias e ditaduras. Nas primeiras, o sistema político foi desenhado para permitir a alternância de poder - e absorver a perda de um líder, ainda que intempestiva. Nas segundas, é o contrário que acontece: as ditaduras retomam de maneira perversa a ideia de que o estado e o governante são a mesma entidade - de que o governante representa o estado inclusive em seu próprio corpo. Para regimes desse tipo, a doença de um líder é prenúncio de convulsão política.
"O culto à personalidade depende da percepção de que os ditadores são todo-poderosos. A doença quebra essa aura", diz Peter Ubertaccio, especialista em marketing político e professor da faculdade Stonehill, em Massachusetts, nos Estados Unidos. Por causa disso, a estratégia do silêncio é acionada toda vez que a saúde de um governante autoritário está em risco. De maneira opressiva e monolítica em regimes como a União Soviética de Stalin ou a Coreia do Norte de Kim Jong-Il. De maneira muitas vezes desastrada em países nos quais as instituições de uma sociedade aberta não foram totalmente desmontadas - como a Venezuela do coronel Hugo Chávez.
Se for isso mesmo, começo a entender os mistérios que rondam o caso e por que Chaves está fazendo o tratamento de saúde ao lado do mui amigo Fidel Castro em Cuba. Farinha do mesmo saco.
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