Ele argumentou que, naquela época, não havia recursos federais disponíveis para investimentos na área e que toda verba usada para ampliação e manutenção do sistema deveria sair dos próprios cofres do Município."Naquela época, nós não tínhamos dinheiro para investir. A Prefeitura não tinha, como não tem hoje, condições de bancar sozinha os investimentos. Hoje, é diferente. Há recursos do PAC disponíveis para isso. Acho isso estranho essa proposta aparecer logo agora", disse o ex-prefeito e atual diretor de Comunicação e Marketing da Agecopa. Roberto França se refere aos recursos da ordem de R$ 240 milhões do PAC 1, que devem ser investidos apenas em obras de saneamento na Capital. A estimativa do PAC 2 é de que outros R$ 160 milhões sejam investidos também em obras de água e esgoto.Mas, caso haja a concessão dos serviços para iniciativa privada, Cuiabá poderá perder esses recursos.
Polêmica
Há duas semanas, o Executivo enviou um projeto de lei e a Câmara Municipal aprovou, na "surdina", a proposta que prevê a criação de uma agência reguladora e autoriza a Prefeitura a fazer a concessão dos serviços de água.
Desde então, entidades e sindicatos protestam contra a "manobra" do prefeito Chico Galindo e dos vereadores em aprovar a nova lei, sem antes discutir com a sociedade.
Nesta semana, o vereador Lúdio Cabral (PT), único parlamentar de oposição ao prefeito, protocolou um mandado de segurança na Justiça para anular a tramitação da lei. O juiz César Bassan, da 1ª Vara da Fazenda Pública, concedeu liminar e suspendeu os efeitos da nova lei.
Fonte Mídia News
Há duas semanas, o Executivo enviou um projeto de lei e a Câmara Municipal aprovou, na "surdina", a proposta que prevê a criação de uma agência reguladora e autoriza a Prefeitura a fazer a concessão dos serviços de água.
Desde então, entidades e sindicatos protestam contra a "manobra" do prefeito Chico Galindo e dos vereadores em aprovar a nova lei, sem antes discutir com a sociedade.
Nesta semana, o vereador Lúdio Cabral (PT), único parlamentar de oposição ao prefeito, protocolou um mandado de segurança na Justiça para anular a tramitação da lei. O juiz César Bassan, da 1ª Vara da Fazenda Pública, concedeu liminar e suspendeu os efeitos da nova lei.
Fonte Mídia News
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